sua pele
pétala
pássaro
luz
incêndio
sob a blusa.
teus duros
mamilos
róseos
me olham
no claro
escuro
sob a blusa.
chama?
sábado, 31 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
Flor
sonhar.
contar estrelas do céu...
pensar em você: cais
noturno
onde deixo meu coração
amarrado
enquanto se despetala!
contar estrelas do céu...
pensar em você: cais
noturno
onde deixo meu coração
amarrado
enquanto se despetala!
Criação
Pulsação do poema.
Seus ciclos ensinam
ao poeta seus enigmas?
Sua secreta escritura?
Ensinam
ao poeta a arte sem arte
das palavras incessantes?
Pulsação do poema:
metáfora insidiosa
em um círculo de águas!
Pulsação do poema:
matemática de alfabetos
que enluaresce quando olho
a noite que me olha e não te vejo...
Seus ciclos ensinam
ao poeta seus enigmas?
Sua secreta escritura?
Ensinam
ao poeta a arte sem arte
das palavras incessantes?
Pulsação do poema:
metáfora insidiosa
em um círculo de águas!
Pulsação do poema:
matemática de alfabetos
que enluaresce quando olho
a noite que me olha e não te vejo...
quarta-feira, 14 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Sensação
Sinto sua presença
inaugurando
meu corpo
morto de saudade.
Sua mão quente
esparrama e recolhe
o tempo da minha pele.
Um olhar triste e distante
vem habitar-me...
inaugurando
meu corpo
morto de saudade.
Sua mão quente
esparrama e recolhe
o tempo da minha pele.
Um olhar triste e distante
vem habitar-me...
Batismo
Com os primeiros versos
veio a natural circuncisão...
Com você veio a saudade!
Nunca mais hesitei diante da poesia.
veio a natural circuncisão...
Com você veio a saudade!
Nunca mais hesitei diante da poesia.
Pedaço
fazem parte
do poema
a janela
e essa vista
para o mar.
nos versos
essa estranha
sensação de amar.
do poema
a janela
e essa vista
para o mar.
nos versos
essa estranha
sensação de amar.
Tempovento
a mão do vento
roça meu rosto.
o olhar perdido reflete
a negra cor da memória: tempo!
a mão do vento
ainda que arrancasse
do tempo a outra face
metalicamente frio
deixaria o coração: faz tempo...
a mão do tempo
roça meu rosto: vento!
roça meu rosto.
o olhar perdido reflete
a negra cor da memória: tempo!
a mão do vento
ainda que arrancasse
do tempo a outra face
metalicamente frio
deixaria o coração: faz tempo...
a mão do tempo
roça meu rosto: vento!
Ninguém me avisou
Ninguém
me avisou
que a saudade
dos amigos daqui
invadiria lentamente
o coração cansado e triste.
Quando
dei por mim
essa verdade exausta
feita de dias passados
e de exatas palavras
cravava sua dor pesada
no coração cansado e triste.
Ninguém
me avisou
desse segredo solidário
desse lembrar de ausências...
Estamos
presos aqui
nesse amanhã ontem
enquanto a vida segue seu curso!
me avisou
que a saudade
dos amigos daqui
invadiria lentamente
o coração cansado e triste.
Quando
dei por mim
essa verdade exausta
feita de dias passados
e de exatas palavras
cravava sua dor pesada
no coração cansado e triste.
Ninguém
me avisou
desse segredo solidário
desse lembrar de ausências...
Estamos
presos aqui
nesse amanhã ontem
enquanto a vida segue seu curso!
Assinar:
Postagens (Atom)